segunda-feira, 30 de março de 2009

O Banco das Urgências


Uma das verdades insofismáveis do futebol português é que o lampião médio é um labrego, um boçal, um patego que por esse motivo é adepto do clube que é. Este facto, embora se aplique também ao lampião avançado, ao defesa, ao guarda-redes, ao suplente e ao adepto, tem espaço para excepções; é também sabido que 2% dos lampiões não são bimbos e que 2% dos bimbos não são lampiões – curiosamente conheço-os praticamente a todos.

Seguindo então esta linha de raciocínio, facilmente percebemos porque é que as barbas do Barbas existem, porque é que o bigode do Máximo é o máximo ou porque é que a expressão “ter pelo na venta” se aplica tanto aos benfiquistas, como às benfiquistas.

É também por isto, que o povinho vermelho decidiu que o seu estádio seria a “Catedral”, embora a coisa mais próxima de uma homilia que se passa lá dentro é o emborcanço do tintol, que decidiram que o jornal vermelho fosse “A Bíblia”, embora também aqui qualquer semelhança com a realidade seja mera coincidência e que se autodenominam como “Glorioso” vá-se lá saber porquê.

Mas tudo isto a propósito do quê?, pergunta o leitor. Tudo isto, porque a pinderiquisse hoje conseguiu superar tudo o que foi feito até aqui! A partir de hoje, e tendo em conta isto, as palavras Benfiquista e Doente, jamais deixarão de andar de mãos dadas, quais paipolas saltitantes em vermelho prado!

A partir de agora, os benfiquistas, sabem que quando a cirrose atacar forte e feio e lhes der o faniquito quase que podiam ir para a suite Benfica, ler a Mística, ver o Canal Benfica e andar de roupão com as cores e emblema do clube. E digo quase, porque o HPP Saúde não tem protocolos com o Sistema Nacional de Saúde e portanto o Lampião médio terá quanto muito direito a um lençol com um buraco para a cabeça, dois para os braços e bem arejado na zona da “fruta” com o emblema do Centro de Saúde e suite será quanto muito um termo simpático para a cela do Cajó.

Mas porque n’O Banco achamos que discriminar é feio, principalmente os menos afortunados, decidimos associar-nos a esta celebração. Assim sendo, a partir de agora e até que me apeteça (ou que o Caneleiras se farte) passamos a ser “O Banco das Uurgências” e pintamos o estaminé de vermelho para ajudar à festa. E se o Lucílio por aqui passar e nos der uma Taça da Liga também a nós, prometemos que a pomos na parede.

sábado, 28 de março de 2009

Merchandising d' O Banco

Com o objectivo duplo de ajudar os nossos leitores benfiquistas e meter algum ao bolso, o Banco resolveu lançar o Pack Benfiquista 1904-2009



Ao adquirir este magnifico pack, o cliente leva para casa:
- 1 par de óculos para ver os jogos do Benfica na sua realidade.
- 1 tatuagem alusiva à dúzia dos verdinhos (escrito "á Benfica" claro). Um sucesso este verão na costa da caparica (junto ao Barbas e não só).
- 1 bocal vermelho útil. Para usar na boca para black-outs selectivos. O black-out futebolístico é um must.
- 1 réplica da taça da liga. Eles com a azia, nós com a taça!
- 1 garrafão de verde (tinto é claro!), aprovada por Vilavinho, Toni, Vieira e Chalana.
- 1 cinto de castidade invertido. Nunca se sabe quando é que voltam a roubar o glórias!
- 1 pedra. Para o mesmo efeito acima, para esconder debaixo da pedra pelo tempo necessário.
- 1 Livro Sport Europa e Benfica, última edição. Fabulosa edição revista e com prefácio pelo presidente da casa do Benfica de Castro Verde. Na história europeia do glorioso não existiu Vigo nem Olympiakos.
Tudo isto poderá ser roubabo pela módica quantia de .............. (telefonar ao Cunha Leal ou Juiz Mortágua e perguntar o preço, sff).
Para as primeiras 10.000 encomendas o Banco oferecerá uma pequena recordação:
- 1 autocolante para o carro com o dizer: "Às vezes é melhor estar calado? Pergunte-me como", autografado por Caneleiras de Cortiça.

Merchandising d' O Banco

Com o objectivo duplo de ajudar os nossos leitores sportinguistas e meter algum ao bolso, o Banco resolveu lançar o Pack Sportinguista 1906-2009

Ao adquirir este magnifico pack, o cliente leva para casa:
- 1 chapéu Calimero, em genuína casca de ovo de Tiuí, pronto a ser usado faça chuva ou faça sol.
- 1 T-Shirt com alusão aos 7-1 (edição comemorativa 25 anos). Recordar é (sobre)viver.
- 1 fumo preto sempre útil. Para usar nos olhos nos jogos em que o Sporting é beneficiado, ou no braço quando é roubado. O luto futebolístico é um must.
- 1 caixa de kleenex, com essência de cebola. Garantimos um choro non-stop.
- 1 garrafa de bolso, aprovada por Filipe Soares Franco, Grimi e Celsinho;
- 1 Livro de Records do Guinness, edição "Do It Yourself". Fabuloso compendio, onde o utilizador poderá acrescentar ou retirar records sem qualquer tipo de critérios. O céu é o limite.
Tudo isto poderá ser pela módica quantia de .............. (telefonar ao Juiz Mortágua e perguntar o preço, sff).
Para as primeiras 10.000 encomendas o Banco oferecerá uma pequena recordação:
- 1 autocolante para o carro com o dizer: "Quer ser ISENTO? Pergunte-me como", autografado por Padrini Visconti

«Leva lá a taça»

"Quando o padroeiro dos oftalmologistas, São Lucílio Baptista (SLB para os amigos), viu que Pedro Silva tinha um braço no meio do peito e uns pés meio metro à frente do lugar onde realmente estavam confesso que fiquei, por assim dizer, com azia. Quando o jogador de três braços e pés gigantes mostrou os seus dotes de atirador de medalhas senti-me um pouco vingado. Quando vi a alegria com que os jogadores benfiquistas seguravam na taça Carlsberg, provavelmente a mais roubada do Mundo, fiquei incomodado. Quando, uns dias depois, Lucílio veio explicar que tinha a certeza que tinha visto o que não aconteceu já comecei a achar graça."

In www.record.pt

sexta-feira, 27 de março de 2009

Alfredo Farinha


Morreu "o velho".
Morreu o jornalista, benfiquista de coração, que ficou conhecido na nossa geração pelas picardias com o portista Manuel Serrão nas noites da SIC, nos Donos da Bola.
Morreu um homem de 84 anos, que se tivesse 24 era capaz de ter um blog ou andar a mandar bocas em blogs alheios.
Morreu um benfiquista, que apesar ou por causa do amor ao seu clube, ficará na memória colectiva, como ficará Pôncio Monteiro, Dias Ferreira ou Cinha Jardim (não resisti).
Fica a minha homenagem ao velhote que se enervava com as provocações do tripeiro Serrão e ao jornalista que seguiu o nosso futebol durante 70 anos. A ver se também chegamos lá...

Olha, olha, olha...

O Jorge Nuno com cabelo e blazer às riscas.
Imagem roubada "à Lucilio" do BNRb

quinta-feira, 26 de março de 2009

O Amigo Lucílio Pt. 1





No âmbito das crónicas ISENTAS, rubrica lançada pelo amigo Padrini, decidi recordar a velha 'amizade' que une Lucílio Baptista ao Benfica!




É uma que já vem de longa data e que tem contribuído ao longo dos anos para 1ºs lugares do FCP e 2ºs do SCP!!!




Esta 'amizade' talvez tenha atingido o expoente máximo na época passada de 2007-08, mais concretamente no jogo Boavista-Benfica, segundo o excerto da seguinte crónica fiel e ISENTA:




Assistimos a uma excelente exibição do Benfica mas que, infelizmente, não deu para ganhar... por uma grande exibição do guarda-redes contrário, e muito porque Lucílio Baptista deu um espectáculo à FC Porto dos anos '90... A segunda parte deve dar para bater o recorde mundial de penaltys não assinalados em apenas 45 minutos: dois do já amarelado Mateus na mesma jogada, um sobre Petit e outro absolutamente escandaloso sobre Léo; um em que Moisés se encavalita em Rodríguez e derruba-o de forma espectacular, algo que passou incólume às câmaras da SportTV; e outro parecido com o de Nélson, já no final do jogo, numa alegada bola na mão a impedir o golo vitorioso do Benfica. Nesse lance, que é bastante duvidoso, seria, também, cartão vermelho para o jogador do Boavista. Portanto, fazendo as contas, são 4 penaltys por assinalar e duas expulsões perdoadas. Não me lembro de, nos últimos tempos, algo do género acontecer! Quanto muito lembro-me de ficarem 3 penaltys por assinalar, num célebre Penafiel 1-0 Benfica arbitrado por Pedro Proença, no último título encarnado. Assim, é inédito!



Caganda amigo que é o Lucílio!!!
Irei recordar mais testemunhos ISENTOS da 'amizade' de Lucílio ao SLB. Parece-me uma justa homenagem a este árbitro que tanto tem contibuido para o engradecimento do GLORIOSO nestes últimos anos.


Até lá, resta-me agradecer ao amigo Lu por aquilo que tem 'oferecido' ao Benfica!!! Devemos-te muito e sei que os € 11 milhoes de que nos espoliaste a época passada são apenas uma gota no oceano daquilo que nós benfiquistas te devemos a ti pela tua dedicação a essas 2 grandes causas que são FCP e SCP!!!
Bem hajas Lucílio!!!

Análise ISENTA às arbitragens - copyright Sporting

Faltam dois pontos!!!

Após uma análise cuidada do que foi escrito na imprensa desportiva (jornais Sporting, Record e O Jogo), o nosso jornal publica agora os resultados, que ajudam a chegar à conclusão de que os «leões» são, constantemente, e em seu prejuízo, alvo de más decisões de arbitragem.

Em Sporting analisámos, jogo a jogo, a actuação dos árbitros que dirigiram os jogos da equipa de Paulo Bento, tal como fez O Jogo, na sua rubrica «Tribunal O Jogo» e o Record na análise à arbitragem, junto à ficha de cada partida.

Juntando as análises das três publicações aos 22 jogos que os «leões» já realizaram na Liga Sagres, podemos ver que, em 14 desses jogos, o Sporting foi prejudicado pelo árbitro e, em apenas dois, foi o único beneficiado.

No total, verifica-se que à turma «verde e branca» foram anulados quatro golos limpos (7.ª, 10.ª,12.ª e 16.ª jornadas), não foram assinaladas oito grandes penalidades indiscutíveis (5.ª, 10.ª, 15.ª, 16ª, 19.ª e 22.ª (por três vezes) jornadas). Os árbitros validaram ainda um golo ilegal ao Belenenses (18.ª) e assinalaram uma grande penalidade inexistente (1.ª jornada). Finalmente, houve dez jogadores de equipas adversárias que deveriam ter sido expulsos, em virtude de entradas à margem da lei sobre jogadores «leoninos».

Foram eles: Valdomiro e Pinheiro (Trofense, 1.ª jornada); Tomás Costa (FC Porto, 5.ª), Carlitos e Hauw (Naval, 9.ª), Hugo Gomes (E. Amadora, 11.ª), Diakité (Belenenses, 18.ª), Maxi Pereira e Luisão (Benfica, 19.ª), Ferreira (P. Ferreira, 21.ª) e Vítor Gomes (Rio Ave, 22.ª). Caso todas estas expulsões se tivessem verificado, os «leões» teriam jogado mais 360 minutos – o equivalente a seis horas (!) – contra menos uma unidade.

Perante estes dados, é fácil chegar à conclusão de que o Sporting deveria ter mais dois pontos do que aqueles que realmente tem, em virtude do «mentiroso» empate a zero, em casa, frente à Académica. O mesmo se verificará se colocarmos todos os dados recolhidos nas ditas publicações na «balança» (jogos em que o Sporting foi claramente prejudicado vs jogos em que foi beneficiado – ver caixa ao lado).

Além de terem menos dois pontos do que deveriam ter, os «leões» foram – segundo as análises às três publicações – incalculavelmente prejudicados no que respeita a foras-de-jogo mal assinalados, golos anulados, golos irregulares sofridos, expulsões de adversários, etc.… que poderiam originar, por exemplo, um melhor goal-average.


Jornada 1
Sporting, 3-Trofense, 1
23-08-2008
Árbitro: Paulo Baptista
Árbitros assistentes: Luís Tavares e Luís Ramos

O Sporting entrou da melhor maneira na Liga Sagres – marcando três golos nos primeiros 45 minutos do encontro frente ao Trofense – ao contrário do árbitro que, desde o início da partida, acumulou erros atrás de erros; aos 19 e 31 minutos, Valdomiro e Pinheiro, respectivamente, deveriam ter sido expulsos por entradas violentas sobre os «leões» argentinos, Grimi, primeiro, e Romagnoli.
Mas foi na segunda parte que Paulo Baptista esteve pior, ao assinalar grande penalidade, depois de uma falta de Polga sobre Zé Carlos, quando esta aconteceu (muito) fora da área. Depois, o juiz de Portalegre expulsou o central «leonino» que só deveria ter visto o amarelo, uma vez que a falta existe... mas fora da área e o jogador não ficava enquadrado com a baliza.

19 m
Valdomiro, já sem hipótese de jogar a bola, atingiu Grimi com uma joelhada. Ficou um cartão vermelho por mostrar, mas o central do Trofense nem sequer viu o amarelo, que só acabaria por ver aos 50 minutos

31 m
Pinheiro, com a sola da bota, atinge Romagnoli, pondo em risco a sua integridade física. O árbitro marcou falta, mas esqueceu-se do vermelho.

58 m
À primeira jornada, um dos erros mais gritantes do campeonato. Zé Carlos é travado em falta por Anderson Polga – quanto a isso, não há dúvidas – mas a infracção é cometida a uns bons dois metros da área; o assistente, Luís Ramos, assinalou grande penalidade e Paulo Baptista deixou-se ir na conversa. A grande penalidade originou o único golo do Trofense e a expulsão do central «verde e branco».


Jornada 5
Sporting, 1-FC Porto, 2
05-10-2008
Árbitro: Lucílio Baptista
Árbitros assistentes: Venâncio Tomé e Mário Dionísio

Foi a primeira derrota na Liga em que o Sporting se pode queixar da arbitragem. Não por ter havido grandes penalidades não assinaladas, ou foras-de-jogo mal tirados. Lucílio Baptista foi um «mestre» na hora de ajuizar, interrompendo, sempre que possível, as jogadas de ataque do Sporting e deixando os jogadores do FC Porto entrarem de forma duríssima sobre os pupilos de Paulo Bento. Lances como os de Tomás Costa sobre Moutinho (55 e 56 m) são exemplo de como não se deve ajuizar um lance.

55 m
Tomás Costa pontapeou Moutinho, atingindo-o nos gémeos. Lucílio mostrou-lhe o amarelo, mas deve-se ter enganado no cartão. Vermelho era a cor certa.

56 m
Se Tomás Costa não foi expulso no minuto anterior, deveria ter sido excluído, por ver o segundo cartão amarelo, depois de uma falta perigosa, de novo sobre o «capitão leonino». No Estádio José Alvalade e na televisão, só não viu quem não quis. Tanto que, apenas dois minutos depois, Jesualdo Ferreira retirou o argentino de campo, não fosse o centro-campista fazer outra falta idêntica.

Jornada 7
Rio Ave, 0-Sporting, 1
01-11-2008
Árbitro: Jorge Sousa
Árbitros assistentes: José Ramalho e José Luís Melo

A arbitragem de Jorge Sousa, em Vila do Conde, foi má, mas é difícil escolher quem esteve pior: Jorge Sousa ou o seu assistente, José Ramalho.
Apesar de, no campo técnico, não ter havido problemas de maior, o juiz portuense mostrou muitas dificuldades em justificar o seu critério disciplinar. Depois de mostrar o segundo amarelo a Derlei, por este ter pontapeado a bola com o jogo parado, no minuto seguinte, não fez o mesmo quando um jogador do Rio Ave repetiu a façanha. Já o assistente, José Ramalho, foi um autêntico «líbero» vila-condense, ao cortar três (!) jogadas perigosas ao ataque «leonino», por supostos foras-de-jogo. Numa delas, Liedson chegou mesmo a introduzir a bola na baliza adversária.

63 m
Na recarga a um remate de Rochemback, Liedson faz o segundo golo «verde e branco». O assistente, José Ramalho, levantou a bandeirola, como quem diz que o «31» estava fora-de-jogo. Puro engano e golo mal invalidado.

67 m
Derlei assistiu, já dentro da área vila-condense, Izamilov mas, no momento em que o russo ia a rematar, já a tal bandeirola estava no ar. Erro número dois.

82 m
Já com o Sporting a jogar com dez unidades, Moutinho assiste Izmailov; o russo foi outra vez apanhado… em posição regular, mas a bandeirola de José Ramalho queria era estar ao vento. Mais um erro de José Ramalho; mais um erro de Jorge Sousa; mais uma arbitragem vergonhosa.


Jornada 9
22-11-2008
Naval, 0-Sporting, 1
Árbitro: Artur Soares Dias
Árbitros assistentes: José Cardinal e Rui Licínio

Derlei e Caneira foram expulsos na Figueira da Foz. Enquanto a expulsão do brasileiro se aceita, a do internacional português deixa algumas dúvidas. Já a não expulsão de Carlitos (aos 53 m) quando o Sporting ainda jogava com 11 unidades, marcou o desenrolar do jogo, tal como a não expulsão de Alex Hauw, no lance em que Derlei acabou expulso.

53 m
Carlitos, lateral-direito, pisou ostensiva e deliberadamente, o gémeo esquerdo de Derlei. O árbitro viu, mas não mostrou nenhum cartão.

55 m
Alex Hauw comete falta passível de amostragem de cartão vermelho. Em forma de retaliação, Derlei pontapeou o seu adversário e foi bem expulso. Já o jogador da Naval, nem sequer viu o amarelo.

Jornada 10
30-11-2008
Sporting, 2-V. Guimarães, 0
Árbitro: Duarte Gomes
Árbitros assistentes: José Lima e Pedro Garcia

Frente aos vimaranenses, o Sporting entrou muito bem e chegou à vantagem logo aos oito minutos, mas o golo até poderia ter chegado antes, não fosse a falta de visibilidade de Duarte Gomes e do seu assistente; no segundo minuto de jogo, Izmailov foi carregado em falta por João Alves, dentro da área, mas os juízes não viram, ou não quiseram ver.
Já na segunda parte, aos 72 minutos, Postiga fez o 3-0, mas o assistente do juiz madeirense disse que a bola não entrou. Mais uma vez, no Estádio e na televisão, só não viu quem não quis.

2 m
João Alves, pelas costas de Izmailov, pontapeou-lhe o calcanhar sem tocar na bola, fazendo falta para grande penalidade. Só estavam decorridos dois minutos, mas os olhos do árbitro e, principalmente, do seu assistente, já deveriam estar abertos.

72 m
Postiga faz o terceiro golo dos «leões» e o seu segundo da noite, mas José Lima, o árbitro assistente, não analisou bem o lance e invalidou-o, em prejuízo do Sporting, uma vez que a bola ultrapassou totalmente a linha de golo.

Jornada 11
05-12-2008
E. Amadora, 1-Sporting, 3
Árbitro: Paulo Costa
Árbitros assistentes: Vítor Carvalho e Nuno Manso

No Estádio José Gomes, Paulo Costa teve uma exibição aceitável, mas falhou no lance que originaria o terceiro golo do Sporting, já depois de não ter expulso Hugo Gomes que pisara Hélder Postiga, quando este estava no chão.

48 m
Com um empate no marcador (1-1), Paulo Costa deixou Hugo Gomes em campo, depois de este ter pisado Hélder Postiga, quando estava no chão. Ficou um vermelho por mostrar.

64 m
Num lance complicado de analisar, o juiz portuense anulou o golo a Liedson por, alegadamente, a bola já ter saído de campo mas, nem na televisão se consegue ver se o esférico transpôs, na totalidade, a linha de fundo. Mesmo que a bola tenha saído, o último a tocar foi um defesa estrelista, o que daria lugar à marcação de um pontapé de canto.

Análise da arbitragem jornada a jornada

Jornada 12
20-12-2008
Sporting, 0-Académica, 0
Árbitro: Cosme Machado
Árbitros assistentes: Alfredo Braga e Paulo Vieira

«Poucos» erros de Cosme Machado no nulo de Alvalade.
Aos 28 minutos, não deixou que o Sporting apontasse, de forma rápida, um livre que acabou por dar golo de Postiga e, apenas cinco minutos depois, Orlando faz jogo perigoso dentro da área. Ficou por marcar um livre directo que poderia levar muito perigo à baliza dos «estudantes». Já na segunda parte, assinalou mão a Postiga, num lance que deixa muitas dúvidas. Não assinalou, ainda, dois cantos – nítidos – a favor do Sporting e demorou muito tempo na amostragem de amarelos por perda de tempo, «alinhando» no antijogo da Académica.
Sporting foi prejudicado em dois pontos.

28 m
Se a ideia é que se cobrem as faltas da forma o mais rápido possível, Cosme Machado devia ter validado o golo ao Sporting. Rochemback apontou rapidamente o livre e Postiga, aproveitando a desatenção da defesa, fez golo; o árbitro disse que ainda não tinha apitado. Em Alvalade, a contestação ao árbitro começou com este lance.

32 m
Orlando fez pé em riste (jogo perigoso) quando Liedson se preparava para rematar. Cosme mandou seguir, quando a infracção era passível de marcação de livre indirecto dentro da grande área da Académica.

54 m
Postiga terá, alegadamente, dominado a bola com a mão. É verdade que a bola bate na mão mas, por parte de Postiga, não parece haver intenção de o fazer.

Jornada 13
03-01-2009
V. Setúbal, 0-Sporting, 2
Árbitro: Olegário Benquerença
Árbitros assistentes: Bertino Miranda e José Cardinal

Olegário Benquerença manchou a sua exibição nos últimos minutos da partida, com dois erros que favoreceram o Vitória (expulsão de Carriço e fora-de-jogo a Liedson) e um que favoreceu o Sporting (falta de Polga sobre Leandro Branco à entrada da área «leonina»).

80 m
É verdade que Daniel Carriço faz falta sobre Elias mas, nos 79 minutos que antecederam esta falta, ocorreram cerca de uma dezena idênticas em que não houve amostragem de cartão. Carriço viu o segundo amarelo e o Sporting jogou, até ao final da partida, com menos um elemento.

90 + 4 m
João Moutinho lança Liedson, que partia sozinho para a baliza, mas o árbitro assistente, mal posicionado, invalidou, erradamente, o lance que poderia dar o 3-0.

Jornada 15
10-01-2009
Sporting, 2-Marítimo, 0
Árbitro: Lucílio Baptista
Árbitros assistentes: Venâncio Tomé e Mário Dionísio

Num jogo que não lhe colocou problemas de maior, mais uma vez Lucílio Baptista esteve mal, em prejuízo do Sporting, ao não assinalar uma grande penalidade, já perto do final da primeira parte.

44 m
Van der Linden tenta disputar a bola com Postiga, mas não consegue e, já nas costas do internacional português, puxa-o, impedindo-o de chegar à bola. O Sporting já vencia, é verdade, mas uma grande penalidade – e um eventual golo – ficou por marcar.

Jornada 16
31-01-2009
Trofense, 0-Sporting, 0
Árbitro: Nuno Campos
Árbitros assistentes: Sérgio Lacroix e Luís Ramos

Nuno Campos foi um árbitro de recurso (em virtude da lesão de João Ferreira no aquecimento) que quase esteve à altura do encontro. Mesmo sendo de segunda categoria, mostrou-se mais à vontade do que muitos árbitros que há muito militam na primeira. Duas grandes penalidades por assinalar (uma para cada lado) e dois golos invalidados aos «leões» – um que deixa muitas dúvidas – foram os lances mais polémicos.

35 m
Miguel Angelo apoia-se em Derlei, empurrando-o, no interior da grande área do Trofense. Havia motivo para a marcação de uma grande penalidade. É verdade que o Trofense também deveria ter beneficiado de uma grande penalidade, mas não se deve compensar um erro com outro erro.

50 m
Lance de difícil ajuizamento perto da área do Trofense. No momento em que Liedson assiste Izmailov, o russo parece estar em linha com o último defesa adversário e, em caso de dúvida, deve-se beneficiar o ataque.

Jornada 18
14-02-2009
Belenenses, 1-Sporting, 2
Árbitro: Pedro Henriques
Árbitros assistentes: Hernâni Fernandes e Gabínio Evaristo

No Restelo, Pedro Henriques cometeu dois erros que podem ser considerados graves. No golo do Belenenses, o árbitro lisboeta não teve indicação do seu assistente de que Marcelo, o marcador do golo, estaria fora-de-jogo e, no lance do cartão amarelo a Rochemback, deveria ter havido vermelho; para o «leão» e para Diakité.

52 m
Quando Saulo assiste Marcelo no interior da área, o avançado brasileiro está em posição irregular. Pedro Henriques não recebeu indicação do seu assitente e, erradamente, validou o golo.

62 m
Aos 62 minutos, Rochemback é agredido (com uma cotovelada) por Diakité. O brasileiro retaliou, pontapeando o seu adversário, mas só o brasileiro foi admoestado com a cartolina amarela, quando a cor deveria ter sido outra. Diakité, esse, nem amarelo viu.

Jornada 19
21-02-2009
Sporting, 3-Benfica, 2
Árbitro: Olegário Benquerença
Árbitros assistentes: Bertino Miranda e José Cardinal

No confronto com o velho rival, casos não costumam faltar. Olegário Benquerença deixou passar uma grande penalidade e, já perto do final, não expulsou Luisão depois de este agredir o endiabrado Liedson.

41 m
Izmailov já se preparava para festejar o segundo golo dos «leões», depois de um estrondoso remate que levava selo de golo, quando o braço de Maxi Pereira aparece no caminho da bola. É verdade que o pontapé do russo é potente, mas a distância que separava o russo do uruguaio era mais do que suficiente para que o jogador «encarnado» desviasse o braço. Ficou uma grande penalidade por assinalar e um cartão vermelho por mostrar.

90 + 2 m
Luisão, naturalmente irritado com a exibição de Liedson, agrediu, com um «chapadão», o ponta-de-lança «leonino». O árbitro não viu. Na sequência do lance, e devido ao facto de o central brasileiro não ter sido expulso, Derlei desforrou-se e fez falta dura sobre o jogador «encarnado».

Jornada 21
07-03-2009
Sporting, 2-P. Ferreira, 0
Árbitro: Artur Soares Dias
Árbitros assistentes: Rui Licínio e João Silva

Artur Soares Dias nem esteve muito mal no encontro frente ao Paços de Ferreira mas, ainda assim, cometeu alguns erros: um no início da partida e, outro, já perto do final, sempre em prejuízo dos «leões».

4 m
Precipitação do árbitro assistente, ao assinalar fora-de-jogo a Liedson, quando este ficaria sozinho frente ao guarda-redes contrário.

75 m
Ferreira, com a sola da bota, atinge Vukcevic, o que daria lugar à amostragem de cartão vermelho directo. Soares Dias assinalou a infracção mas esqueceu-se dos cartões.

Jornada 22
14-03-2009
Sporting, 2-Rio Ave, 0
Árbitro: Elmano Santos
Árbitros assistentes: Sérgio Serrão e José Oliveira

Elmano Santos já habituou os sportinguistas a «grandes exibições». Desta vez, foram só três (!) grandes penalidades que ficaram por assinalar e um jogador vila-condense por expulsar, já para não falar de que, em caso de dúvida, o juiz madeirense apitou, sempre, contra o Sporting.

13 m
Edson agarrou Derlei pelo braço direito, já no interior da grande área vila-condense. Motivo para grande penalidade.

18 m
O mesmo Edson travou a trajectória da bola com o braço no interior da sua grande área. Penalty número dois.

54 m
Niquinha desviou a bola com o braço direito no interior da sua área. O árbitro não ajuizou bem o lance e deixou passar em claro mais uma grande penalidade a favor do Sporting. A terceira.

74 m
Entrada violentíssima de Vítor Gomes sobre Pedro Silva. O jogador vila-condense entrou com tudo às pernas do lateral-direito do Sporting e deveria ter visto o vermelho.

Por poucas vezes o Sporting foi beneficiado

Continuando a análise ao que foi escrito nos jornais supracitados (Record e O Jogo), também se verificou que foram poucas as vezes em que os árbitros erraram em favorecimento do Sporting, mas também aconteceram. Se se errasse sempre para o mesmo lado, era complicado justificar.

Assim, à 3.ª jornada, frente ao Belenenses (vitória do Sporting por 2-0) e segundo a imprensa desportiva, o primeiro golo do Sporting, apontado por Postiga, aos 33 minutos, é precedido de fora-de-jogo.

Na quinta jornada, frente ao FC Porto (1-2), ficaram duas grandes penalidades por marcar – uma para cada lado.

À quarta e à oitava jornadas, frente a Benfica (0-2) e Leixões (0-1), os adversários do Sporting deveriam ter beneficiado de grandes penalidades, o que não aconteceu. Em ambos os casos, quando ainda se verificava um empate a zero.
Na nona jornada, frente à Naval (1-0), na Figueira da Foz, a opinião destes jornais não é unânime acerca de uma grande penalidade (78 m), depois de Polga carregar Marcinho. Mas também é verdade que a Naval já devia estar, desde os 53 minutos, a jogar com dez, depois da agressão de Carlitos a Derlei.

Finalmente, na Reboleira (vitória do Sporting, por 3-1), o segundo golo do Sporting, apontado por Liedson, é precedido de fora-de-jogo e, na Trofa (0-0) ficou uma grande penalidade por marcar para cada lado.

Perante isto, verifica-se que o Sporting não tem mais pontos do que, realmente, devia ter. Sempre que o Clube de Alvalade foi beneficiado, aconteceu uma de duas coisas: ou o Sporting perdeu o jogo, ou esses erros acabaram por ser compensados por outros erros tão ou mais graves.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Embrulha



há muito tempo que nao via uma capa de jornal tao ilustrativa!!

excelente!!

Toca masé a embrulhar seus palhaçetes!!!

terça-feira, 24 de março de 2009

Lucy in the Sky with Diamonds...


?? O que é isso aí em baixo? Agora também temos o canal benfica aqui no blog? Obviamente estamos a falar de um erro grave, bem diferente de outros. A justificação por perder mais vezes com um árbitro não é justificação. Será mais um assumir que só se ganha quando um árbitro rouba! No Sábado senti-me roubado. Podia ter-me sentido prejudicado, vá, com azar, mas não, naquele Sábado fui roubado.Foi um roubo que todo o estádio viu, não foi preciso muitas confirmações de TVs, bastava olhar até para os lampiões que festejaram contidamente o golo, o golo da vergonha de ter que ser assim.
Depois vêm dizer que nos estamos sempre a queixar quando os lampiões fizeram o que fizeram com o Pedro Henriques por um lance que ainda hoje há dúvidas. Sim, porque tocar a bola com a mão de um jogador do Benfica não é falta e é um crime se é assinalada falta, mas tocar com o peito com um árbitro quase fora do estádio a apitar falta é...azar?!?...
Agora vêm dizer que este lance é igual aos muitos outros erros que vimos por aí?Um árbitro que está quase no meio-campo? Com o jogador de costas? Com a confirmação de um fiscal-de-linha que ainda mais longe estava? Razão: A bola sofreu um desvio...Decreto-lei 357: Se a bola sofrer um desvio deverá se presumir que é desviada com o braço. Se fosse mesmo mão e não tivesse visto, vá, compreende-se, um jogador à frente, lance muito rápido, nevoeiro...Agora inventar lances? Não abuses das drogas lucilio! Deixa-te disso!

segunda-feira, 23 de março de 2009

Taça de Liga - o outro lado

Depois da epopeia para arranjar os bilhetes, e depois do 1.º palerma, chamemos-lhe "Hélder", ter chegado ao meu monte, abalamos para o Algarve, onde o Pé em Riste, enquanto esperava por nós, entretinha-se a galar as meninas da Zara.
Lá chegados tomamos rumo à Taberna da Maré, onde o Chico Fonseca e outros 2 palermas, chamemos-lhes "estalajadeiro e careca do car$%lho" já esperavam por nós, acompanhados por 3 loiras, pão e manteiga. Venham umas ameijoas, arroz de lingueirão, lulinhas e açorda de gambas que a fome aperta. Ah, e mais umas loiras.
A noite estava feita, e depois de 4 horas a falar de bola, decidimos ir descansar que o dia seguinte prometia ser longo.
Sábado, depois do pequeno almoço tomado e d'A Bola lida, demos as boas vindas ao Zizu, Padrino Visconti, Reporter H e o último dos palermas, ao qual podemos chamar o "da camisola".
Vamos lá então almoçar a Olhão que o Padrini conhece para aquelas bandas um tasco barato e bom para comer peixinho.
Muito tempo, quilómetros e fomeca depois, chegamos à conclusão que o restaurante do Padrini era como os ordenados do Estrela: uma ilusão.
Foi mesmo em Olhão, ali como quem vai da sexshop para Faro que atacamos um belo repasto, conforme se comprova pelo retrato

Faltavam menos de 4 horas para o jogo e ainda tínhamos tempo para ir a uma das atracções algarvias: O Alaska. Excelente bar, óptima frequência, bem localizado era o sitio ideal para matar a sede e jogar uma cartada. Era só ficarmos abstraidos das barracas lá ao fundo, do pessoal do boné e de cabelo com esteirinha, e da dona de avental. E assim foi.
Seis e pouco, ala que se faz tarde, 'bora para o estádio. Não se vende cerveja com alcool nas redondezas. Choramos um bocadinho e continuamos. Fila para entrar. O repórter da RTP vem ter connosco e pergunta ao seu congénere d'O Banco de onde éramos e do que tínhamos vindo a falar no caminho. "Miúdas", ironiza o Repórter H, enquanto suspirava para ser revistado pelo segurança calmeirão metros mais à frente.
"Suazo, Nuno Gomes ou Cardozo?", pergunta-me o entrevistador...mas foi-se embora antes que eu pudesse dizer "Lucílio".
Dentro do Estádio estava tudo a correr bem. Fica um abraço d'O Banco ao espanhol assinalado na foto, mais irrequieto que o Reyes e mais parvo que o Quique.

Intervalo. Não há cerveja. Há meninas da Carlsberg. Começa a segunda parte. Limpamos a baba e toca a sentar.
Ate que Lucílio Artista entrou em campo. Logo quando foi assinalado o penalti, o homenzinho calvo com ar de bate-chapas que estava à minha frente, tomou-me como alvo e vociferou grunhidos tanto ameaçadores como incompreensíveis. O Padrini Visconti tomou como alvo o "careca do car$%lho" e atirou-lhe meia dúzia de alarvidades cabeludas seguido dum isqueiro direccionado sabe-se lá a quem. E o raio do espanhol que não estava quieto.
Penalti, golo. Penaltis, golo, falhou, falhou, golo, golo, falhou, falhou, golo, falhou, golo. É nossa!!!...'bora comer!
Chegados a Faro (metade de nós, a outra metade ficou a ver 3 GNRs coçarem os tomates durante uma hora e meia, até conseguirem sair da zona do Estádio) tentamos encontrar um sitio para jantar às 23 horas. "um sitio patusco ali na zona do Hotel Eva" diz Padrini. Depois de muitas voltas lá fomos ao sitio patusco onde o patusco do dono gentilmente nos convidou para sair, informando-nos de que "não servia bitoques".
Restaurante "Republica" ali ao pé do MacDonalds. 5 pontapés-no-cu no "Guia d'O Banco da Mexicana"
Com o Chico Fonseca em lágrimas por ter sido injustiçado pela 2.ª vez na mesma noite, decidimos tomar a direcção de Vilamoura onde conseguimos devorar umas pizzas à uma da manhã. Soube bem, mas era a peça que nos faltava para o KO e para nos arrastarmos até aos carros e até casa. Cachecol do Glorioso ao vento no carro do Chico Fonseca trombudo e lá vamos nós.
Depois da casa toda assistir assustada a um despique entre o Padrini e o palerma "da camisola", respectivamente Rochemback e Pedro Silva dos roncos, e do Reporter H acordar a meio da noite a gritar "foi com o peito", chegou Domingo.
Fazer malas, lavar o trombil, "claro que foi penalti", "não podia ter visto", arrumar as garrafas de cerveja vazias, "lucilio do car%&ho...e tu também, careca", tudo prás viaturas e siga para Albufeira, comer uns peixinhos.
Peixinhos comidos, sobremesas devoradas (2 pró Padrini que estava fraquinho), abraços, boa viagem e lá para Agosto estamos em Vila Real de Santo António.
Foi mais ou menos isto, não foi?

domingo, 22 de março de 2009

SLB - Sport Lucílio e Benfica

Ingredientes:
- 2,5 kg de peixes vários (salmonetes, robalos, sardinhas, lulas, tamboril, etc.)
- 3 cebolas grandes
- 800 g de batatas
- 2 pimentos
- 4 tomates maduros
- 1,5 dl de azeite
- 2 cravinhos
- 4 colheres de sopa de massa (cotovelos)
- Sal e pimenta q.b.

Preparação:
Cortam-se as cebolas ás rodelas finas e colocam-se no fundo de um tacho de barro. Dispõem-se por cima as batatas cortadas aos quartos, os pimentos ás tiras e o tomate picado. Tempera-se com o azeite, os cravinhos e um pouco de pimenta. Tapa-se e leva-se ao lume, sem mexer, mas agitando o tacho de vez em quando. Entretanto, preparam-se os peixes e cortam-se os maiores aos bocados. Quando as batatas estiverem quase cozidas, introduzem-se os peixes no tacho em camadas, devendo as sardinhas ficar por cima e numa única camada. Tempera-se com um pouco de sal, e deixam-se os peixes cozer. Serve-se a caldeirada no próprio tacho em que se cozeu e sem nunca ser mexida, tendo o cuidado de distribuir pelos pratos todas as espécies de peixe.
Enquanto se come a caldeirada, acrescenta-se um pouco de água ao caldo que ficou e que se passa por um passador, esmagando os bocados de batata que tenham ficado. Leva-se o caldo ao lume e, quando ferver, introduzem-se quatro colheres de sopa de massa que se deixa cozer.

Descubra as diferenças


Recordar é Viver...

É com muito agrado que vejo o Benfica vencedor da Taça da Liga portuguesa!


É com mais agrado ainda que vejo o Sporting derrotado nessa mesma competição e às mãos do GLORIOSO!!!


Mas o que me deixa mesmo felicíssimo são os posts ressabiados dos Tios, dos Fuinhas e de todos os felisbertos desgraçados anti-Benfica que agora embrulharam nesta final!!!


Deu-me tanto gozo porque foi exactamente da mesma maneira que o palhaço Lu (Lucílio Batista para os menos atentos) roubou o Benfica a época passada. Quem se esquece do duplo penalti no Bessa não assinalado a poucas jornadas do fim da liga 2007-08?! Duas frutas consecutivas a varrerem tudo o que equipava de vermelho na área do Boavista a 1 metro de distância dos lances!!!


Infelizmente problemas de visão foi o que o amiguinho Lu não teve no Restelo quando 'viu' o cigano dos cachuchos d'ouro a cair por entre vários jogadores e assinalou penalti inexistente a favor do FCP no último minuto. O mesmo sucedeu n'Alvalade com o Marítimo, e não estou em erro, foi mesmo!!!. Num jogo que estava destinado ao empate mas que graças a mais um penalti caido do céu colocou os verdinhos no rumo da Champions, com tudo o que de bom adveio daí consequentemente...


Foram 11 milhões que entraram nos cofres d'Alvalade à custa dos problemas de visão do palhacete Lu!!! E com tanto €, acho que não vos tinha custado nada pagarem uma armação e um par de lentes ao desgraçado!!! Sabe-se lá, tinham erguido a Taça da Liga este ano!!!

Para comemorar o momento, nada como recordar alguns ressabiados há exactamente 1 ano atrás, no mesmo momento de jogo: os penaltis! Como diz o Repórter H, recordar é viver!!!

http://www.youtube.com/watch?v=2T7LAyAQydI

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